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A Audi obteve mais uma vitória, a 13ª da sua carreira em Le Mans e uma das mais difíceis.
A vitória foi para o carro nº 2, pilotado por Benoit Tréluyer, Marcel Fässler e André Lotterer, que deixou o segundo carro, o nº1 tripulado por Lucas Di Grassi, Loic Duval e Tom Kristensen a 3 voltas.
Os problemas da Audi começaram nos treinos livres, quando Loic Duval destruiu o carro nº1, este foi reconstruído pela equipa em 15 horas após receber nova coque, e quando Marco Bonanomi foi albarroado pelo Ferrari nº81 deixando o Audi nº3 fora da corrida na altura em que chovia, bem como os problemas dos turbos dos carros 1 e 2 os quais obrigaram à sua substituição.
Tanto a Porsche como a Toyota não foram imunes a problemas, já que cada equipa viu terminar sómente um carro para cada, levando a melhor a Toyota que ficou com o terceiro lugar, quando o Porsche nº14 teve que parar e esperar pelo final da corrida para poder efectuar a ultima volta.
De destacar o quarto lugar da Rebellion que com o único carro, o de Nicolas Prost, Nick Heidfeld e Mathias Beche venceram a classe dos LMP1-H (tendo sido o único dos 2 participantes a chegar ao fim).
Na classe LMP2, a luta esteve sempre presente durante toda a corrida, mas o Zytek da Jota a uma hora do final assumiu o comando quando o Ligier da OAK Racing teve problemas e caiu para o quinto lugar depois de ter liderado a prova durante várias horas.
Quanto aos GT's a luta esteve sempre animada e só se resolveria perto do final para ambas as classes onde os 3 primeiros terminaram separados por uma volta entre eles.
Nos GTE-PRO a vitória coube ao Ferrari da AF Corse com Gianmaria Bruni, Toni Vilander e Giancarlo Fisichella.
Quanto aos GTE-Am, coube ao Aston Martin Vantage V8 dos dinamarqueses Kristian Poulsen, David Heinemeir-Hansson e Nick Thiim.
Pedro Lamy foi o único português a chegar ao fim, tendo conseguido recupear até sexto depois dos problemas na direcção assistida que os afectou quando lideravam a prova.

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